Contração de Treinamento X Trabalho de Parto

Olá mamães! Tudo bem?

Hoje o assunto é para as gravidinhas. Você sabe o que são contrações de treinamento? Saque qual diferença entre elas e o trabalho de parto? Se não sabe hoje vou explicar.

Blog Grão de Gente

Contrações de treinamento
como o próprio nome já diz é uma forma do corpo da mamãe se preparar para o nascimento do bebê. Ela costuma aparecer por volta de 35 semanas e permanece até que o trabalho de parto de fato comece. Algumas mamães podem sentir essas contrações bem antes das 35 semanas. Caso isso aconteça o obstetra deve ser informado o quanto antes.

Essas contrações aparecem de forma esporádica. Nunca você a sentirá do mesmo jeito, na mesma região e pelo mesmo tempo. Quando elas aprecem uma parte da barriga ficará dura por alguns segundos e você não sentirá dor alguma.

Trabalho de parto propriamente dito virá com dor e com intervalos regulares. Mas mesmo se estiver sentido as contrações não precisa sair correndo para maternidade. Aconselhado esperar até que elas tenham um intervalo de 5 minutos entre elas. Mas é bom deixar claro que cada caso é um caso e o obstetra tem que está ciente de tudo.

Meu Caso

Já estou na segunda gestação e agora vou contar para vocês minha experiência com os dois casos.

Primeira gestação: Num belo domingo a tarde começo sentir uma dor que vinha das costas e terminavam em baixo da barriga e ela ficava toda dura. Ester nesses momentos ficava imóvel o que me deixava mais desesperada. Não cheguei a sentir as tais contrações de treinamento porque com 26 semanas Ester já encaixou para nascer e as contrações que sentia era meu corpo se preparando para o trabalho de parto. Que seria prematuro se meu obstetra não entrasse com medicação para inibi-lo. Mesmo com a medicação as contrações continuaram num ritmo bem lento até completar 36 semanas quando as dores aumentaram tanto intensidade quanto tempo de duração. E assim foi minha primeira gestação.

Segunda gestação: Com 20 semanas as contrações de treinamento deu as caras. Como já tinha lido que elas são indolores e não precisamos nos preocupar nem avisei ao meu GO. Mas com 27 semanas minha barriga começou a ficar toda dura, as dores também chegaram e Elisa ficando imóvel. Imaginem meu medo de um parto prematuro!!! Corri para o médico e mais uma vez estou tomando a medicação para inibir o parto prematuro.

Com meu relato quero mostrar que cada caso é um caso e cada gravidinha tem reações diferentes do que é padrão. Sempre bom ressaltar a importância do pré-natal.

Espero que tenha conseguido esclarecer algumas dúvidas e aguardo todos nos próximo post!
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Pithuca Moda Infantil

Olá mamães e papais! Como vocês estão?

Hoje trago para vocês uma dica maravilhosa. A loja Pithuca que é especializada em artigos infantis. A empresa surgiu do sonho de trazer comodidade para as mamães trazendo os melhores produtos com preços justos. Isso tudo no conforto do seu lar.


Eles trabalham com roupas do tamanho de 1 mês a 12 anos, acessórios, e roupas personalizadas para bebês, Tal mãe tal filha(o) e Tal pai tal filho(a). Todos os produtos são selecionados para que nossos pequenos estejam na moda sem esquecer o conforto.

Produtos











A Pithuca preza pela satisfação do cliente desde a escolha do produto, envio e possíveis devoluções. Com um site claro e objetivo, onde podemos encontrar todos os produtos com facilidade torna nosso tempo no site reduzido. As formas de pagamento são cartão, boleto e pelo PagSeguro.

Para conhecer mais um pouco da loja vou deixar os links 

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NutriMãe: Alimentação Saudável desde a Gestação

Olá mamães e futuras mamães! Como vocês estão?

Sabe quando você descobre algo que muda sua vida? Foi exatamente assim quando por meio da Jaque do blog Mães Apaixonadas tive o prazer de conhecer a NutriMãe um clube de assinatura que cuida da alimentação da mamãe e do bebê desde a gestação.


A empresa surgiu pela dificuldade que as gravidinhas encontram para manter uma alimentação saudável e balanceada contendo todos nutrientes para o bom andamento da gestação.

O clube funciona com o envio de kits mensais de acordo com cada fase da vida da mamãe e do bebê, são esclarecidos, pouco a pouco, as etapas do desenvolvimento de ambos e suas necessidades biológicas do ponto de vista da alimentação.

São selecionados alimentos e nutrientes fundamentais para cada período da gravidez e amamentação, com o objetivo de construir um hábito alimentar mais saudável, de maneira prazerosa e descomplicada.

A curadoria dos produtos é realizada por nutricionistas especializadas em nutrição materno-infantil.

Além de todos os benefícios com os alimentos pensados para durante a gestação e lactação os preços são justos (melhor parte)

Minha Caixinha

A caixinha da felicidade para gravidinha aqui!


Junto com a caixinha recebi essa cartinha cheia de amor onde encontrei explicação do porque a Nutrimãe foi criado.


Pensando no planeta essa caixinha foi projetada para que possamos usá-la para organizar as coisinhas dos nossos bebês.


Você consegue ver amor em cada detalhe. Esse adesivo me deixou tão encantada. Logo pensei: Só podiam ser mãe!!!


Os produtos além de saudáveis, saborosos em sua maioria não possuem leite (pelo menos essa caixinha). Ester fez a festa!!! Pude dividir quase toda com minha caixinha com a pequena. 


Assinando a newsletter você receberá receitas e dicas de como incorporar os alimentos que são enviados na sua dieta.

Espero que tenham gostado da dica!

Se você ficou curioso para saber mais sobre a empresa acesse os links abaixo:

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Entendendo APLV

Olá mamães e papais! Tudo bem?

Hoje quero falar com vocês sobre um assunto sério e que convivemos com ele desde que Ester nasceu e só agora foi descoberto.


Antes de mais nada vamos entender o que significa APLV (Alergia à proteína do Leite de Vaca). É uma das alergias alimentares mais comuns hoje em dia. Estima-se que 1 a 17% das crianças menores de 3 anos apresentam sintomas sugestivos de APLV 

As reações podem se dar de tês formas diferentes:

1. Reações Imediatas: Aparecem de segundos até 2 horas após a ingestão do leite. Podem ser Urticária (placas vermelhas disseminadas, geralmente com coceira associada), Angioedema (inchaço dos lábios e dos olhos); Vômitos em jato e/ou diarreia após a ingestão do leite; Anafilaxia; Choque anafilático; Chiado no peito e respiração difícil.

2. Reações Tardias: Podem aparecer horas ou dias após a ingestão do leite. Apresenta sintomas como Vômitos tardios; Diarreia com ou sem muco e sangue; Sangue nas fezes; Cólicas e irritabilidade; Intestino preso; Baixo ganho de peso e crescimento; Inflamação do intestino; Assadura e/ou fissura perianal.

3. Mistas: Algumas crianças podem apresentar os dois tipos, denominadas como manifestações mistas. Nestes casos, podem surgir sintomas imediatos e tardios à ingestão do leite. Sintomas mais comuns são Dermatite atópica moderada a grave (descamação e ressecamento da pele, com ou sem formação de feridas). Asma; Refluxo; Inflamação do esôfago (esofagite eosinofílica); Inflamação do estômago; (gastrite eosinofílica); Diarreia, vômito e dor abdominal; Baixo ganho de peso e crescimento. (Fonte: Alergia ao Leite de Vaca

Desde os primeiros dias de vida da nossa pequena sofremos com reações que ela apresentava e que nenhum pediatra julgava ser alergia ao leite. Ela sempre ganhou peso dentro da curva recomendada e isso fazia com que os médicos não ouvissem meu desespero de mãe. Quando falei dos sintomas dela pela primeira vez o médico disse ser normal e que era apenas o sistema digestivo dela amadurecendo. Mas meu coração de mãe não se contentou com essa resposta e procurei outra opinião. O segundo médico ouvindo os meus relatos logo deu diagnóstico de Intolerância à Lactose. Me orientou retirar produtos com lactose da minha dieta para vê ser as reações iriam desaparecer. Depois de quinze dias minha filha era outro bebê. Mas as reações não sumiram por completo. E eu ainda sentia que aquele diagnóstico não estava correto. Pedi para o pediatra um exame de sangue para descartar a possibilidade de alergia à proteína do leite de vaca. E que surpresa tivemos ao saber que ela tem alergia a todas as proteínas do leite. Por isso as reações não desapareciam. Só consegui um diagnóstico correto agora quase 2 anos depois que ela nasceu.

Você deve está curioso para saber quais os sintomas que minha filha tinha para que eu desconfiasse da alergia embora os médicos não acreditassem.

Irritação: Ela é uma criança doce. Mas vivia irritada, não parava quieta.
Sono: Não dormia bem, acordava várias vezes na noite. Sempre encontrava ela deitada com a cabecinha bem para trás.
Alimentação: Quando mamava ouvia um barulho vindo da barriguinha dela parecendo uma panela de pressão. Ela sentia azia logo após as mamadas.
Refluxo: As regurgitações chegavam até o esôfago e voltavam fazendo com que ela sentisse dor e não conseguisse dormir.
Soluços: Era crises intermináveis durante o dia. Dava para vê o quanto era incomodo para ela.
Prisão de Ventre: Quando tinha quatro meses ficou cinco dias sem evacuar. Tive que usar supositório. 
Gases: Ela ficava o dia inteiro com a barriga cheia de gases. Não tinha bicicleta, massagem, remédio que aliviasse.
Assadura na região anal: Não tinha pomada que aliviasse. Trocamos diversas vezes a marca da fralda achando que a culpada era ela.

O tratamento consiste na exclusão total do leite na dieta da criança e repetir os exames para acompanhar a evolução do organismo. Isso pode demorar meses ou anos dependendo de cada criança.
A cura vem e pode ser quando menos esperamos. Algumas crianças são curadas com um ano, outras só depois dos dois anos e ainda outras que continuam APLV até os cinco anos (espero que não seja nosso caso).

Agora que já temos a certeza do que nossa filha tem fica mais fácil (ou não) o tratamento e ter a esperança de que ela logo vai está curada e comendo tudo que outras crianças na idade dela come.


Estamos tratando e espero que logo ela esteja curada.

Espero que esse texto ajude esclarecer algumas dúvidas para pais que assim como nós tem uma criança com restrição alimentar e além de tudo que sirva como incentivo para aqueles que ainda não tem um diagnostico fechado não desistir no primeiro pediatra e procurar orientação.

Força papais vocês não estão sozinhos nessa luta!

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O QUE É O PRÉ-NATAL ODONTOLÓGICO

Fonte: Revista Crescer
Olá mamães!

O pré-natal odontológico é uma realidade atual, para mantermos a saúde da gestante e a integridade do feto. Várias pesquisas comprovam que a infecção está associada com o nascimento de recém-nascidos de baixo peso, ou seja, com peso inferior a 2.500g, conforme definidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), parto prematuro que é definido pela OMS, como idade gestacional inferior a 37 semanas; pré-eclampsia, esta última traduzida síndrome hipertensiva, representam um fator de risco para a gestação. 

A gravidez representa um processo fisiológico no ciclo de vida feminino que envolve complexas mudanças físicas e emocionais, alterações hormonais, fisiológicas, funcionais, anatômicas, sistêmicas e locais. É também uma experiência humana que envolve uma dimensão social, havendo a influência de diversos fatores externos e biológicos, fazendo-se necessário o equilíbrio entre as condições orgânicas para o desenvolvimento do feto e do sistema imunológico da mãe. Estas alterações atingem severidade máxima no terceiro trimestre, período que coincide com maior elevação dos níveis hormonais. de progesterona e estrogênio no organismo materno. Estes índices proporcionam um aumento da vascularização e da permeabilidade vascular dos tecidos gengivais, além de promover uma resposta exacerbada nos tecidos periodontais aos fatores irritantes locais. Após o parto, essas alterações são reduzidas. Dessa forma, podemos considerar a gestante como uma paciente com risco temporário, porém, maior que o normal, de desenvolver doença periodontal. A doença periodontal é causada por um grupo de bactérias gram-negativas e por ser uma enfermidade de natureza infecciosa, apresenta mecanismo biológico com potencial para afetar o desenvolvimento da gestação, podendo servir como reservatório crônico para transferência de bactérias ou produtos bacterianos (LPS) para a unidade feto-placentária. Substâncias como PGE2 – mediador de inflamação e TNFα - grupo de citocinas que estimulam a reação de fase aguda, produzidas pelo periodonto infectado, chegam à placenta através da circulação sanguínea. Por sua vez, essas citocinas ao caírem na circulação sanguínea podem alcançar a região uterina levando ao desenvolvimento das complicações gestacionais, pois essas substâncias têm a capacidade de provocar contração da musculatura lisa do útero, o que pode desencadear o trabalho de parto. A prostaglandina E2, presente em níveis elevados na doença periodontal, é importante regulador dos processos fisiológicos do parto, aumentando durante toda a gestação, até atingir o nível crítico para induzir contração, dilatação cervical e o nascimento.

O TRATAMENTO: existe alguns tratamentos que devem ser evitados de ante de qual mês de gestação se encontra a grávida. O que devemos lembrar que nenhuma gestante pode está com a cavidade bucal infeccionada e nem sentindo dor ou desconforto, pois a liberação de hormônios é maior e traz todas as complicações citadas.

limpeza cuidadosa realizada em consultório, que deve ser feita com frequência específica, dependendo do caso. A gestante recebe todas as minhas orientações sobre a melhor forma de higienização diária, com uso correto de escova e fio dental para que não agrida a gengiva sensibilizada.

Quando há necessidade, também será realizado o tratamento odontológico curativo que inclui restaurações, tratamentos endodônticos (canal) e cirurgias.

A segunda fase do pré-natal odontológico, como foco a orientação sobre os cuidados necessários com a cavidade bucal do bebê, assim que ele nascer. Nesta ocasião, a gestante aprenderá mais sobre aleitamento materno, utilização de bicos artificiais (chupeta e mamadeira), tipos de escova de dentes e de cremes dentais.

*OBS: MUITAS MÃES ME PERGUNTAM SE A GRAVIDADES AMOLECE OS DENTES OU ENFRAQUECE? 

Isto é um MITO. O que acontece é que a gestante já se encontra com a doença e como a gravidez ela tem estes níveis de hormônios alterados, causa estes agravos. Mais a gravidez em sí é um momento lindo e não causa nenhuma doença bucal, a doença já estava instalada antes, se você tem ou teve algum desses sintomas.

Rua: Alvarenga Filho, 114 - Ed. CDT - 3º Andar - Sala: 301
Campos dos Goytacazes
Tel: (22) 2733-3187

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Adolescência do Bebê: A crise dos 2 anos

Olá mamães e papais! Tudo bem com vocês?

Como alguns de vocês sabem nossa primogênita completou dois anos. Antes mesmo de chegar esse número tão temido pelas mães eu pesquisei bastante sobre a Adolescência do Bebê ou Terrible Two para estar preparada, grande engano meu, quando essa fase chegasse por aqui.


Ester sempre foi uma criança obediente. Não vou dizer calma porque os vizinho vão me desmentir na hora. Mas tirando algumas crises de choros na hora do banho conseguia lidar com ela de forma tranquila. Até os dois anos chegarem. Parece que ligaram o botão da birra na minha filha. Por absolutamente tudo existe um escândalo, ora maior ora menor, mas não deixa de existir.

Em alguns momentos queria gritar junto com ela tamanho meu desespero. São gritos, lágrimas e muita reclamação. Minha filha não virou um monstro, embora por alguns momentos ache isso. Simplesmente está crescendo e não sabe lidar com o mundo a sua volta.

Deixou de ser bebê onde eu era responsável por identificar suas necessidades, para ela mesma pedir o que quer na hora que quer. Independência que vez ou outra gera atrito entre nossos interesses. Comer biscoito antes do almoço é motivo para uma crise de birra.

Eu tento ficar calma e explicar meus motivos para negar o objeto de desejo dela. Funciona? Algumas poucas vezes. Na maioria gera mais gritos. Mas sou uma mãe brasileira e não desisto nunca!

O que dizem os especialistas?

“Os pais precisam ter paciência, porque é neste momento que começa o processo de educação. Ensinar o que pode ou não, o que é certo ou errado. Isso demanda tempo para a criança assimilar e botar em prática. Não é de um dia para o outro que ela vai saber que jogar comida no chão, por exemplo, é errado. Ela aprende pela repetição. Gritar ou fazer birras é um jeito de o bebê demonstrar insatisfação. Afinal, é uma criança em processo de desenvolvimento, que mal fala e anda”, explica a pediatra comportamental Ana Lucia Balbino Peixoto. Fonte; Dr Drauzio Varella

Nem toda criança passa pelo período com este padrão de comportamento, embora todas estejam sujeitas, uma vez que a crise está associada ao desenvolvimento normal da criança. “É importante sublinhar que, neste mesmo período, algumas mudanças importantes estão ocorrendo, como um abrupto desenvolvimento cerebral. Por consequência, o aumento considerável na competência linguística, na organização do pensamento e na capacidade de exploração do mundo trazem uma percepção de autonomia e independência para tomar decisões ao seu modo”, explica Anne. Fonte: Guia do Bebê

Como agir?

Não é fácil enfrentar crises de choros, esperneios e muitos gritos em casa muito menos em ambientes públicos. Uma dica é se antecipar as crises do seu filho. Sei que não é fácil prever quando seu filhos vai ter uma crise de birra. Mas alguns fatores podem desencadear como passar da hora de dormir, fome, ambiente novo, cobranças. Tudo isso pode deixar seu filho irritado e acabar dando aquele show onde e na hora indevida.

Mas se em todo caso não conseguir evitar vamos para algumas dicas:

1º Jamais ceda a chantagem: Se você der o que seu filhos quer ele vai entender que aquela forma é a mais correta para conseguir o que deseja.

2º Converse antes: Antes de sair de casa deixe seu filho ciente de onde vão e o que irão fazer. Isso já vai deixar seu filho preparado, ou mais ou menos, para o que vai acontecer.

3º Converse durante: A conversa antes de sair de casa não surtiu efeito e ele seu filho está fazendo aquela birra de envergonhar toda humanidade? Abaixe, fique na altura do olhos dele e pergunte o que quer. Seja firme! Caso ele continue gritando se afaste.

4º Converse depois: Com carinho explique que o ele fez é errado e desnecessário. Sei que nessa fase o entendimento é limitado. Mas uma hora vamos ter resultado. Tenho fé!

Esse texto faz parte da Blogagem Coletiva Materinsta para conhecer os textos dos blogs participantes basta acessas os links abaixo:

Tati - @blogtripbaby

Val - @mamafante

Jaque @maes.apaixonadas

Giuliana - @blogmoms2moms

Claudia - @maeliteratura

Barbara @maespecialista 

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